O Tapajós, um dos últimos grandes rios da Amazônia a correr livremente, é o mais recente alvo do governo federal para a instalação de megaprojetos de hidrelétricas – além de hidrovias e outros projetos de infraestrutura. São 43 grandes hidrelétricas (com mais de 30 MW de capacidade instalada) planejadas para ser construídas na bacia do Tapajós. A maior delas, São Luíz do Tapajós, é apontada como prioritária para o governo federal. O impacto socioambiental de grandes hidrelétricas em biomas frágeis como a Amazônia é bem conhecido pelas populações e regiões afetadas e se repete a cada novo projeto.
O governo brasileiro tem planos de construir 43 hidrelétricas na bacia do Tapajós. Para isso, ele conta com a participação de empresas internacionais, que fornecem as peças necessárias para as hidrelétricas, e as instituições financeiras, como empresas de seguro e resseguro, essenciais para garantir os altos investimentos necessários para implementar estes projetos. No fim das contas, a ganância corporativa é um elemento fundamental na destruição da Amazônia.
Os últimos acontecimentos políticos do Brasil têm mostrado que por trás da escolha desse modelo envolvendo megaprojetos de hidrelétricas há interesses políticos que favorecem grandes empresas e alimentam um círculo vicioso de corrupção e mau uso do dinheiro público.
Você pode ajudar a manter o Tapajós vivo ao juntar sua voz em favor deste ecossistema único e frágil para protegê-lo antes que seja destruído. Precisamos combater a construção do complexo hidrelétrico do Tapajós e exigir mais investimentos em fontes renováveis e verdadeiramente limpas de energia, como a solar. Além de não destruir a Amazônia, elas podem garantir a todos nós mais autonomia na geração de energia.
Clique no link e assine a petição para salvar o Rio Tapajós.

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